08
jan

Descubra o que é essa coisa (louca) chamada amor

Você já deve ter ouvido histórias de pessoas apaixonadas que cometeram crimes por ciúme ou desespero. Tudo em nome do suposto amor (ou doença?). O amor, na sua forma saudável, traz alegria, contentamento e, claro, um pouco de dor, porque ele dói de uma forma suave. Essa “dor” se manifesta no dia-a-dia, afinal, qualquer convivência é difícil e relacionamentos dão trabalho (nada é 100% bom sempre).

Um caso que ficou conhecido mundialmente foi o de Lorena Bobbit, que cortou o pênis do marido com uma faca. O casamento não era muito bom, o marido dela tinha um temperamento difícil, instável e abusou sexualmente dela algumas vezes. Ao invés de se separar, ela cortou o pênis dele e jogou pela janela do carro. Foi julgada e declarada inocente por insanidade temporária.

Muitos outros casos acontecem todos os dias, mas não chegam até a televisão e jornais. O caso Bobbit é lembrado até hoje (e aconteceu em 1993). Todos os dias acontece algum tipo de agressão entre casais: discussões, tapas, socos, agressões físicas e morais, chantagens, assassinato. E eles ainda dizem que fazem por amor. Mas o amor machuca, fere, faz mal, mata? Você entende esse tipo de “amor”? Por ciúme, maridos atiram e mulheres. Por ciúme, mulheres atropelam homens. Por desespero, a violência.

O amor de verdade não machuca, muito pelo contrário, ele é a cura.

*Imagens: reprodução

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